92% dos inquiridos afirma que a nuvem lhes permite acelerar o ritmo da inovação; 73% assegura que contribui para reter os atuais clientes.
Diz o comunicado que apresenta o estudo que na adoção de modelos de nuvem híbridos as barreiras tradicionais, tais como as preocupações com a segurança, estão a ser substituídas por dúvidas relacionadas com a operacionalidade, como por exemplo a gestão de várias arquiteturas de TI ou a largura de banda da rede. “Aqueles que estão a desenvolver infraestruturas de nuvem privadas continuam a ter a segurança como principal apreensão”.
Os inquiridos também referem que “ganhar o apoio dos principais decisores das empresas” é o passo mais importante para conseguir alcançar a implementação de infraestruturas de nuvem bem sucedidas, quer estas sejam privadas e/ou híbridas.
Principais conclusões do estudo:
92% dos inquiridos afirma que a nuvem lhes permite acelerar o ritmo da inovação; 73% assegura que contribui para reter os atuais clientes; e 76% afirma que os ajuda a ganhar novos clientes.
Uma em cada cinco empresas (19%) já possui soluções/infraestruturas de nuvem maduras, e mais de metade (51%) garante que alcançará estes níveis de maturidade nos próximos dois anos.
Os inquiridos identificaram que o passo mais importante para alcançar o sucesso nas implementações de modelos de nuvem híbridos, é ter o apoio dos principais decisores dentro da empresa (29%). Seguem-se a otimização dos custos (25%) e o desenvolvimento de uma relação sólida com o fornecedor de TI (22%).
As maiores barreiras à adoção da nuvem híbrida são a gestão de várias arquiteturas de TI (60%), a largura de banda da rede (57%) e a relação com o fornecedor de TI (52%).
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