A indústria siderúrgica brasileira está confiante que as negociações envolvendo os governos do Brasil e dos Estados Unidos poderão resultar na exclusão do nosso país da taxação do aço e do alumínio. A expectativa é do presidente do Instituto Aço Brasil, Marco Polo de Mello Lopes.
Os Estados Unidos passarão a cobrar taxa, a partir de 23 de março: 25% a mais para o aço importado e 10% a mais para o alumínio. Dois países já foram atendidos com a exclusão da cobrança: México e Canadá. A expectativa é de que o Brasil avance e também entre neste grupo.
O presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e de Material Elétrico do Espírito Santo (Sindifer), Lucio Dalla Bernardina, diz que as empresas capixabas estão bastante apreensivas com a medida já que um terço do aço exportado do Brasil é para os Estados Unidos.
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